A mística do seminário fez a denúncia do descaso com a educação e o repudio ao fechamento de mais de 2200 escolas do campo e o que isso representa para o futuro das crianças e das famílias que hoje ainda resistem no campo. Sem acesso à escolas no campo as famílias são obrigadas a abandonar o campo (expulsas) se quiserem que seus filhos tenham acesso a educação e a um futuro, aumentando assim o êxodo rural o que agrava ainda mais a vida nos centros urbanos. A denuncia do projeto do agronegócio mostrando a sua verdadeira face, que na realidade só traz morte e miséria da vida humana e a morte do meio ambiente. Anuncio do sonho de famílias e de um povo sofrido de que a educação do campo é o único caminho para uma vida e uma sociedade melhor, mantém as famílias no campo e junto com um projeto de cooperação, agroecologia valoriza a vida e a produção de alimentos saudáveis para o povo das cidades e das futuras gerações.
EDUCAÇÃO DO CAMPO É UM DIREITO E NÃO ESMOLA!
A articulação em defesa da Educação do Campo, que é composta por diversas entidades e movimentos populares, entre eles o MST, e o Conselho Estadual de Educação do Rio Grande do Sul realizaram na tarde do dia 27 de março de 2018 um seminário para debater sobre a construção de diretrizes curriculares para a educação do campo no sistema estadual de ensino. O intuito é que até o dia 11 de abril a proposta esteja finalizada. confira fotos e informações do evento nos sites:
http://www.mst.org.br/especiais;
https://goo.gl/1nHuss;
http://www.mst.org.br/2018/03/28/seminario-estadual-defende-o-direito-a-educacao-das-populacoes-do-campo.html
"NÃO VOU SAIR DO CAMPO PARA PODER IR PARA A ESCOLA, EDUCAÇÃO DO CAMPO É DIREITO E NÃO ESMOLA!"
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